Comparação entre composítos com e sem adição de íos de prata

 


Figura 27. Imagens de MEV do polietileno (sem carga) e dos nanocompósitos. (a) PE, (b) PESiAgE 75 APTES R1 and (c) PESiAgE 75 APTES R2.



    A morfologia dos nanocompósitos foi estudada por MEV. A Figura 27 mostra as imagens (a) polietileno (PE), (b) PESiAgE 75 APTES R1 e (c) PESiAgE 75 APTES R2. Nestas imagens é possível observar que a morfologia dos nanocompósitos é semelhante à do polietileno puro. Em outro ponto, não é possível observar as morfologias das cargas junto com a matriz polimérica, isto demonstra que a matriz polimérica está cobrindo por completo as cargas SiAgE o que pode indicar uma boa dispersão. Observando as morfologias na Figura 27 é possível afirmar que todas são amorfas. Em alguns casos, os nanocompósitos pode replicar a morfologia das nanocargas utilizadas, como já foi observado em trabalhosanteriores do nosso grupo. 

    Isto ocorreu quando o catalisador foi suportado nanopartículas de grafite. Por outro lado, quando o catalisador metalocênico foi suportado em uma matriz de NPAgs ligada covalentemente à sílica, essa replicação da morfologia não foi observada, embora as propriedades da matriz tenham sido mantidas. Nesta parte, a polimerização in situ foi testada sem o suporte do catalisador na nanopartícula e podemos observar nas imagens de MEV, que os nanocompósitos não possuem uma morfologia definida.

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